domingo, 14 de abril de 2013

MARY JANE.

EFEITO CAGE(GAIOLA)

REVISTA BAZAAR.

Harper’s Bazaar é uma conceituada revista feminina de moda norte-americana, publicada pela Hearst Corporation desde 1867. Uma das mais importantes e influentes do mundo, cujo slogan é ser “a fonte de estilo para as mulheres e as mentes bem vestidas”. Mensalmente publica trabalhos de estilistas, escritores, fotógrafos e designers dentro de uma perspectiva sofisticada do mundo da moda, da beleza e da cultura popular. A história da prestigiosa revista norte-americana começou quando Fletcher Harper, um dos editores da Harper Brothers, resolveu criar revista feminina que abordasse moda e assuntos domésticos direcionada para a típica dona de casa da classe média da época. Logo após a Guerra Civil Americana, em 1867, circulou o primeiro número da Harper’s Bazar (nesta época escrita com apenas um A) e em forma de folhetim, sendo a primeira revista nesse segmento a ser introduzida no mercado americana. Estilistas como Charles Frederick Worth já causavam furor nos olhos atentos da elite americana. Nesta época, os modelos apresentados na revista ainda eram ilustrados e não fotografados. A partir de 1894, quando a primeira capa colorida da revista apareceu, além das influências da Art Nouveau, a publicação começou a utilizar belas ilustrações e fotografias para ilustrar suas páginas. A revista foi publicada semanalmente até 1901, quando se tornou mensal. Em 1913, foi comprada por US$ 10 mil (uma verdadeira fortuna para a época) pelo império Hearst de publicações, comandado por William Herast. Sob novo comando a revista foi revitalizada, principalmente com a utilização de fotografias elaboradas e especificas sobre o tema principal (moda). Somente em 1929 a revista passou a se chamar Harper’s Bazaar (agora escrito com duas letras A). Neste mesmo ano a revista ganhou sua edição britânica. Rapidamente se tornou uma revista de grande influência entre as mulheres americanas, principalmente sob a direção de Carmel Snow, que foi editora de 1933 a 1958, período em que a publicação promoveu estilismo, fotografia e ilustração. Ela foi a responsável por montar uma equipe extremamente talentosa que incluía o designer gráfico Alexey Brodovitch (responsável pela criação do logotipo da revista conhecido como “Didot”) e a editora de moda Diana Vreeland (publicou sua primeira coluna em 1936 e trabalhou na revista até 1962, quando se transferiu para a concorrente Vogue). Além disso, a equipe redefiniu o designer editorial com a utilização de espaços brancos, tipografia limpa, textos fluentes e fotografias marcantes e bem posicionadas. No ano de 1945 introduziu no mercado a Junior Bazaar, uma nova revista direcionada para mulheres mais jovens. Atualmente a revista e editada em 27 países e é vendida em mais de 90 países. Em novembro de 2011 foi lançada a primeira edição brasileira da revista com Gisele Bündchen fotografada por Terry Richardson. Publicada pelo grupo Carta Editorial (antiga editora da Vogue Brasil), tendo como editora-chefe Maria Prata.

CARINE ROITFELD

Carine Roitfeld Ter Sido editora chefe da Vogue Paris Nascimento-19 de setembro de 1954 (58 anos) Nacionalidade-Paris, França Progenitores-Pai: Jacques Roitfeld Cônjuge Christian Restoin Filho(s)-Julia Restoin Roitfeld e Vladimir Restoin Roitfeld Principais trabalhos-Editora chefe Vogue Paris Carine Roitfeld foi editora chefe da Revista Vogue Paris de 2001 à 2011, deixou o cargo após renunciá-lo em 17 de dezembro de 2010, foi sucedida por Emmanuele Alt. Seu pai, Jacques Roitfeld, foi um produtor russo de cinema que trabalho em Berlim, antes de ir morar em Paris e conhecer a mãe de Carine. Carine tem dois filhos com Christian Restoin, que foi o criador da linha de roupas que fechou depois que ela aceitou seu trabalho na Vogue. Eles estão juntos há mais de trinta anos, porém não são casados oficialmente.

ANNA WINTOUR.

O começo da fama Anna Wintour é filha de pai britânico e mãe norte-americana. Interessou-se por moda desde a adolescência e ajudou seu pai, Charles Wintour, na altura editor do jornal inglês Evening Standard, a tornar o veículo mais popular entre a juventude londrina dos anos 1960, quando a efervescência artística, cultural e de costumes na Inglaterra da época tinha transformado a austera cidade na Swinging London, a meca dos jovens modernos de então, do rock, do cinema, das artes teatrais, moda, literatura e pinturas revolucionárias, onde tudo acontecia na euforia da Europa em pleno desenvolvimento pós- II Guerra Mundial. Após deixar o colégio, aos dezesseis anos e ter travado seu primeiro contato com a moda, trabalhando na butique londrina Biba, a mais famosa e influente do mundo na época, começou uma carreira de jornalista de moda dos dois lados do Atlântico, primeiro como editora-assistente da revista Harper's Bazaar, em Nova Iorque e depois como editora de moda na revista Viva, publicação feminina do grupo Penthouse, de Bob Guccione, por dois anos, onde pela primeira vez pôde ter uma assistente pessoal e começou a sua fama de profissional exigente e temperamental, apesar de raramente admitir seus laços com a revista por ela fazer parte da editora que publicava Penthouse, revista masculina muito mais ousada em texto e imagens que sua concorrente direta, a Playboy. Pouco tempo depois, Wintour chegou ao ponto de virada em sua carreira, tornando-se editora na prestigiada revista New York, onde sua criatividade na produção e concepção das matérias de moda chamaram a atenção da indústria e do meio profissional. Seu estilo transformou-a na estrela da revista, onde ela aprendeu como capas feitas com celebridades do cinema ou da sociedade aumentavam as vendas da publicação. Sendo protegida do editor-geral, tinha direito a certas regalias que provocavam a ira dos companheiros de trabalho. Sua ambição veio mais claramente à tona quando, entrevistada pela então editora-chefe da Vogue, Grace Mirabella, para uma posição importante na revista, deixou claro à jornalista que na verdade o que desejava mesmo era o lugar dela. Após entrar para a revista em 1983, no cargo até então inexistente de editora-criativa e criado para ela pelos diretores da Condé Nast, entusiasmados com seu trabalho na New York, Wintour passou mais de dois anos trabalhando a seu próprio modo na revista, sem dar satisfações a Mirabella, até ser transferida para o cargo de editora da Vogue britânica, em Londres, de volta à sua cidade natal. Anna Wintour mudou radicalmente a edição inglesa da revista, demitindo a maioria dos profissionais que lá trabalhavam e contratando novas estrelas do jornalismo fashion, mudando o enfoque editorial vestuto para uma maior praticidade, à americana. Assumindo um controle total da revista, com seu estilo gélido e autoritário, receberia o apelido que a perseguiria por anos, de "Nuclear Wintour", uma corruptela com a expressão "Nuclear Winter" (Inverno Nuclear), então em voga nos tempos da Guerra Fria, sobre um possível futuro do planeta após um holocausto atômico. Em 1988, conseguiu finalmente o cargo que perseguia desde criança: ser a editora da maior revista de moda do mundo, a Vogue Americana, após a saída de sua "desafeta" Grace Mirabella. Preocupados com a ascensão da concorrente francesa Elle, lançada há três anos em edição norte-americana, os diretores da Condé-Nast depositaram suas esperanças em Wintour para recolocar a revista novamente no topo, longe da concorrência. A supermodelo brasileira Gisele Bundchen é uma das favoritas de Anna Wintour, na repaginação visual que ela deu à revista nos anos 1990, lançando o tipo saudável de formas sexy como ideal de beleza. Wintour apertou o foco da revista, sofisticando ainda mais o material editorial, rejuvenesceu as capas, trocando as fotos em close de estúdio de Mirabella, por fotos em plano americano ou corpo inteiro em luz natural – atualizando o estilo começado por uma de suas antecessoras dos primórdios da revista e um dos maiores ícones do mundo da moda, Diana Vreeland - lançando modelos adolescentes quase desconhecidas (entre elas, nos anos 1990, a brasileira Gisele Bundchen, apresentando modelos de corpo e cabelos molhados na capa à luz do dia, até sem maquiagem, investindo na geração saúde dos anos 1990, valorizando o trabalho de maquiadores, cabeleireiros, produtores e fotógrafos, ao mesmo tempo em que colocava em suas capas personalidades como estrelas de cinema e socialites americanas e europeias e até uma primeira-dama. Seu conhecido método de controle total foi implantado em tudo, texto e fotografia, que passaram a ter sua aprovação pessoal com mão de ferro. Sua obsessão por peles, como adereços de luxo e sua recusa em aceitar na revista anúncios pagos de associações de defesa dos animais, a colocou como alvo principal de entidades como a PETA. Num desfile da Victoria's Secret, em 2002, um grupo de manifestantes com cartazes invadiu a passarela para protestar contra o desfile de Gisele Bundchen, uma de suas protegidas coberta de peles, na presença de Wintour sentada na primeira fila. Wintour descobriu, divulgou e ajudou a tornarem-se consagrados estilistas desconhecidos, como Marc Jacobs e John Galliano, passando a determinar o parâmetro "fashion" mundial até para as revistas concorrentes. Em pouco tempo sob seu comando, a Vogue recuperou da influência de suas concorrentes diretas Elle, Harper’s Bazaar, Mirabella e Women’s Wear Daily aumentando seu faturamento e tiragem. Em setembro de 2007, a revista saiu nas bancas com 840 páginas, três quartos delas de publicidade, tornando-se a revista mensal com o maior volume de páginas e anúncios da história editorial mundial, reverenciada como "a bíblia da moda". Apesar de temida por colegas de profissão, concorrentes, estilistas, subalternos em geral e até por amigos, devido a seu temperamento autoritário e gélido, Anna Wintour é venerada por seu extremo bom gosto, criatividade, disposição de trabalho e olhar clínico para os novos talentos da moda. Seu estilo inconfundível – e copiado - de cabelo pajem e enormes óculos escuros, até em ambientes internos, provocaram a piada mais conhecida sobre a papisa do mundo fashion: a de que ela usa óculos escuros aonde vai simplesmente para que jamais vejam seus olhos, pois ela seria na verdade o próprio Satã encarnado e seus olhos seriam vermelhos; um verdadeiro diabo amante das roupas Prada. (na verdade ela tem traços de fotofobia, herdados de seu pai). Jada Pinkett Smith fotografada di Jerry Avenaim para a Vogue em 2001. Em 2003, Lauren Weisberger, uma ex-assistente pessoal de Wintour na vida real, escreveu o best-seller O Diabo Veste Prada, em estilo ficcional, sobre a história de uma autoritária, rude e temida editora de moda de uma revista influente e seu relacionamento com suas secretárias, produtoras, assistentes e demais personagens do mundo da moda. O livro conta como Andrea Sachs, a jovem estagiária recém-formada e personagem principal, vive o inferno nas mãos de sua chefe, a poderosa editora "Miranda Priestly", e é considerado com uma biografia de Lauren durante seu período como assistente de Wintour na Vogue, apesar de negado pela autora que insiste ser apenas uma obra de ficção. O livro, que vendeu milhões de exemplares em todo mundo e esteve por diversas semanas encabeçando a lista dos mais vendidos do jornal The New York Times, foi levado às telas de cinema em 2006, com uma Meryl Streep brilhante e hilariante encarnando a odiada e odiosa "Miranda Priestly", que assim como a Wintour da vida real, tem duas filhas e faz parte do conselho do Metropolitan Museum of Art de Nova Iorque, além de ter seu escritório decorado exatamente igual ao de Anna Wintour na Vogue. Durante a produção do filme e após o estrondoso sucesso do livro, que descreve Miranda como uma tirana, notícias na imprensa afirmavam, apesar de negado por ela, que Anna estaria pressionando personalidades do mundo da moda a não aparecerem no filme, caso contrário teriam seus nomes banidos da revista. Na pré-estreia de gala do filme, a que Anna Wintour compareceu - vestindo Prada -, ela disse em entrevista que acreditava que ele seria lançado apenas direto em DVD. Com o estrondoso sucesso, que rendeu mais de US$350 milhões de dólares de bilheteria em todo o mundo e deu a Meryl Streep o Globo de Ouro de "Melhor Atriz de Comédia" e sua décima-quarta indicação ao Oscar, ela mudou o discurso dizendo ter achado a obra um total entretenimento e mostrado o mundo em que vive como é divertido e interessante. Afinal, de qualquer maneira, verdade ou ficção, o filme a transformou numa grande celebridade pelo mundo fora, em todas as classes sociais. Além de ter trazido de volta a revista Vogue à posição em que foi colocada no passado por outro ícone como ela, a legendária Diana Vreeland, Anna Wintour também lançou em 2004 produtos afiliados ao título principal, como "Teen-Vogue", "Men’s Vogue" e "Vogue Living". O primeiro, dedicado ao público jovem, já ultrapassou em páginas e anúncios suas concorrentes mais diretas junto ao segmento de alta renda, a "Elle Girl" e a "CosmoGirl", e a "Vogue’s Men" fez do seu primeiro número, com 164 páginas, o maior lançamento da história da Condé-Nast, a secular empresa editora da Vogue. Por seu trabalho neste sentido, Anna Wintour recebeu da indústria de revistas o prémio de "Editora do Ano".

EFEITO CORSELETADO.

AZZEDINE ALAIA.

AZZEDINE ALAIA nasceu na Tunísia em 1940, mudou-se para PARIS em 1957, logo começou a trabalhar com ninguém menos que Christian Dior, seguindo para Guy Laroche, Thierry Mugler, até que em 1970 abriu seu próprio ateliê no pequeno apartamento em que vivia em Paris! Teve o ÁPICE DA CARREIRA NA DÉCADA DE 80 quando caiu no gosto das famosas e chegou às grandes lojas da América! Azzedine ficou famoso também pela criação de lindos sapatos, além das roupas primorosas! Depois da "febre" do "BANDAGE DRESS" de HERVÉ LEGER, e os milhares "INSPIREDS", chegou a hora dos AZZEDINES brilharem e fazerem pulsar mais rápido nosso coraçãozinho fashionista!!!